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O exame genético da saúde e do envelhecimento precoce da pele

Categoria: Dicas // 25/05/2017

O SC Convênios Class/Master firmou recentemente um convênio com o Laboratório Ghanem de Itajaí.



O Laboratório Ghanem traz para nossa região técnicas inovadoras em diagnóstico, como:



O exame Genético da Saúde e do Envelhecimento precoce da Pele

O envelhecimento cutâneo ocorre por meio de dois processos biologicamente distintos: envelhecimento intrínseco e extrínseco (ou fotoenvelhecimento). O primeiro é um processo de ocorrência natural que resulta de uma degeneração tecidual lenta. O envelhecimento extrínseco é devido aos fatores ambientais, sendo a exposição solar à radiação UV, a sua principal causa.

O exame Perfil Genético da Pele avalia a propensão genética da pele para a degradação do colágeno (e consequentemente propensão a rugas), o fotoenvelhecimento, a irritação e a inflamação da pele, os danos oxidativos ocasionados por radicais livres, bem como a capacidade da pele em tolerar poluentes ambientais. O objetivo do exame é identificar essas alterações para que elas possam ser corrigidas.

O Colágeno – um dos principais componentes da derme humana – atua na manutenção da resistência e elasticidade da pele, sendo continuamente degradado por enzimas chamadas metaloproteinases de matriz (MMPs). Um polimorfismo localizado na região promotora do gene MMP-1 faz com que estas enzimas estejam presentes em maior quantidade, resultando em maior degradação de colágeno e maior propensão ao desenvolvimento de rugas.

O processo de fotoenvelhecimento é influenciado pela enzima NQO1, responsável por manter a Coenzima Q10 em sua forma reduzida, a qual é capaz de eliminar radicais livres prejudiciais às células. Polimorfismos (alterações) no gene da NQO1 diminuem sua capacidade de ativação da coenzima Q10, deixando a pele mais suscetível ao ataque de radicais livres e ao processo de fotoenvelhecimento.

Durante o processo de respiração celular nas mitocôndrias, ocorre a formação de espécies reativas de oxigênio (EROs), que são radicais altamente reativos, podendo danificar componentes celulares. A pele está constantemente exposta aos EROS e a atuação de enzimas antioxidantes é crucial para a manutenção da saúde deste órgão.

Quatro enzimas antioxidantes atuam na proteção da pele: superóxido dismutase 2 (SOD2), superóxido dismutase 3 (SOD3), glutationa peroxidase 1 (GPX1) e catalase (CAT). Polimorfismos nos genes da SOD2 e SOD3 ocasionam uma diminuição na atividade destas enzimas, deixando a pele mais propensa ao ataque das EROs e ao envelhecimento precoce.

Outros exemplos de polimorfismos que podem afetar negativamente a saúde da pele são aqueles encontrados nos genes das enzimas epóxido hidrolase 1 (EPHX1) e glutationa S transferase (GSTP1), que atuam como destoxificadoras de poluentes ambientais e xenobióticos. Estes polimorfismos reduzem a capacidade de destoxicação da pele.

Polimorfismos presentes no gene da citocina pró-inamatória TNF alfa influenciam o estabelecimento de uma resposta inflamatória exacerbada da pele frente a tratamento dermatológicos, incluindo o uso de preenchedores. Produtos customizados a partir da informação genética auxiliam na compensação de qualquer desvantagem ocasionada pela presença de polimorfismos.

Assim, um nutriente ou um cosmético específico pode retardar ou até mesmo reverter as ações deletérias do tempo e das espécies reativas de oxigênio, baseando-se nas necessidades genéticas da pele. O envelhecimento é inevitável, mas agora, podemos dirigir como envelhecemos para alcançar uma vida longa e uma pele mais jovem e saudável.

Agende sua avaliação pelo fone 47 3028-3001, WhatsApp 47 98458-1299 ou 0800-000-3001.